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Quedas em idosos: conheça os fatores de risco

As quedas em idosos são um grande problema, principalmente quando resultam em fraturas. Algo aparentemente simples – como tapetes ou chão molhado – pode mudar a vida da pessoa para sempre com um tropeço ou escorregão.

Para os idosos, então, uma fratura pode ser o início de dificuldades mais sérias, como idas constantes ao hospital, lesões ou até mesmo deficiências. O risco de queda – de acordo com a escala de Morse – varia de acordo com seis prerrogativas, com opções de respostas e pontuação relacionada.

É importante, no entanto, que o medo de cair não impeça o idoso de ser ativo; isso pode piorar ainda mais a situação. A boa notícia é que existem maneiras simples de prevenir a maioria das quedas.

Falaremos sobre os principais fatores de risco e, assim, descobriremos algumas formas de prevenção. Vamos lá?

Fatores de risco para quedas em idosos

Muitos fatores estão ligados à queda. Com o avanço da idade, a visão, audição e reflexos do idoso podem não ser mais tão nítidos. Mesmo pequenas mudanças na visão e na audição podem fazer com que ele caia.

Ao comprar novos óculos ou lentes de contato, é importante que se reserve um tempo para se acostumar com eles e, claro, sempre usá-los quando precisar. O mesmo vale para um aparelho auditivo: apesar de ser muito comum a resistência do idoso quanto ao uso, tente certificar-se de que se encaixa bem no ouvido e incentive-o a usar explicando os benefícios.

A fraqueza muscular e problemas de equilíbrio e marcha são também fatores de risco. O exercício físico regular (pilates, hidroginástica, etc.) fortalece os músculos e ajuda a manter as articulações, tendões e ligamentos flexíveis. Atividades leves de sustentação de peso, como caminhar ou subir escadas, podem retardar inclusive a perda óssea da osteoporose.

Alguns medicamentos podem causar tonturas, sonolência ou confusão, afetando possivelmente o equilíbrio. Por isso, informe-se para tomar mais cuidado com possíveis tonturas e já ficar em alerta. Se um medicamento causar um destes sintomas, informe o médico que o acompanha.

Outro fator de risco é a falta de segurança no ambiente doméstico. Por isso, invista em pisos antiderrapantes, além de barras e pontos de apoio na parede (especialmente dentro dos banheiros).

É importante prestar atenção também nos móveis: camas com alturas adequadas dão mais segurança ao idoso para se levantar, por exemplo. Por fim, faça adaptações para que o ambiente fique o mais livre e espaçoso possível, favorecendo a circulação, e troque os degraus por rampas de acesso (com corrimão, sempre).

Dispositivos auxiliares também podem ser de grande ajuda para o idoso se sentir firme ao andar. O uso adequado de bengalas e andadores pode prevenir quedas. Um fisioterapeuta ou terapeuta ocupacional podem ajudá-lo a decidir quais dispositivos seriam úteis e ensiná-lo a usá-los com segurança.

Problemas nos pés que causam dor e calçados não seguros, como sapatos abertos atrás (tipo “flat”) e saltos altos também podem aumentar o risco de queda. O ideal é que o idoso utilize sapatos antiderrapantes, com sola de borracha, de salto baixo ou sapatos com cadarço, sola antiderrapante e que apoie totalmente os pés.

É importante que as solas não sejam muito finas ou muito grossas. Não subir escadas com meias, sapatos ou chinelos com sola lisa também ajuda a evitar as quedas.

Além de tudo o que foi descrito acima, um dos melhores meios de prevenção de quedas em idosos é contar com a supervisão de um cuidador de idosos. Os cuidadores são companhia e prestam auxílio nas atividades de vida diária como alimentação, administração de medicamentos, higiene, locomoção e vestimenta.

No mercado de Brasília, a Viver Cuidadores tem tradição e credibilidade comprovada nos serviços prestados. Entre em contato para saber mais.

Female doctor taking blood pressure of senior woman in nursing home sitting on sofa

Hipertensão em idosos: riscos e prevenção

A hipertensão em idosos é relativamente comum. Segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão atinge mais de 38 milhões de pessoas no Brasil. Mas, afinal, quais são as causas dessa doença crônica?

Com o envelhecimento, os vasos sanguíneos ficam mais estreitos e enrijecidos devido ao acúmulo de substâncias em suas paredes. Por consequência, há um aumento na pressão arterial (PA). 

Outros fatores relacionados com o aumento da pressão são condições pré-diabéticas, obesidade e estresse. Além disso, lesões internas nos vasos causadas pelo alcoolismo, diabetes ou menopausa, também ocasionam uma predisposição à doença.

A hipertensão em idosos pode se desenvolver de forma silenciosa, mas existem alguns sinais de alerta que indicam já ter passado da hora de procurar um médico. Os sintomas da pressão alta são dores de cabeça, tontura, dores no peito, zumbido no ouvido, falta de ar e visão turva ou borrada.

Continue a leitura para entender quais são os riscos e como prevenir a hipertensão em idosos.

Hipertensão em idosos: quais são os riscos?

Assim que diagnosticada, a hipertensão deve ser tratada e controlada, pois representa um grande fator de risco para doenças cardiovasculares, como o acidente vascular cerebral (AVC) e o infarto. Também aumenta significativamente o risco de condições graves, como:

  • Doença arterial coronária
  • Demência vascular
  • Doença renal ou falha
  • Perda de visão
  • Doença arterial periférica (DAP)
  • Falta de ar durante atividades físicas leves ou exercícios

De forma geral, não existe cura para hipertensão, mas ela pode ser bem controlada com mudanças no estilo de vida e medicamentos prescritos.

Como prevenir a hipertensão?

Os modos de prevenção da hipertensão coincidem com as maneiras de melhorar a saúde dos que já possuem a doença. Entre as principais estratégias estão a prática de atividades físicas, a manutenção de uma alimentação saudável, o consumo moderado de bebidas alcoólicas e a restrição do tabagismo.

1. Fazer atividades físicas

A atividade física promove a dilatação e o relaxamento dos vasos sanguíneos. Todo o organismo se beneficia, já que os exercícios também ajudam na perda de peso, contribuindo para a redução da pressão arterial, da glicemia e do colesterol.

2. Ter uma alimentação saudável

É essencial que a alimentação seja o mais natural possível, evitando alimentos industrializados, embutidos e ricos em sódio. Para reduzir o consumo de sal, aposte em temperos naturais, como orégano, ervas, alho, cebola e pimenta.

Variações fisiológicas, psicológicas e sociais, doenças crônicas, uso de medicações e alterações na mobilidade influenciam significativamente sobre a nutrição dos idosos. É importante que haja um acompanhamento especializado para a dieta alimentar, sendo um grande ponto de atenção aos nutricionistas, cuidadores e familiares.

3. Consumir moderadamente bebidas alcoólicas

Uma meta-análise de alguns estudos concluiu que a redução da ingestão de álcool reduz a pressão arterial a depender da dose habitual, com um possível efeito limite a duas doses. Ou seja: pessoas que ingerem duas doses ou menos por dia não tiveram uma redução significativa na pressão arterial com uma posterior redução do consumo para quase abstinência.

Assim, os dados sugerem que esta quantidade de ingestão de álcool não aumenta a pressão arterial. Por isso, o ideal seria um consumo diário de álcool de no máximo duas doses.

4. Evitar o tabagismo

O tabaco pode estimular a produção de novas placas nas artérias e piorar a aterosclerose (acúmulo de gordura nas paredes das artérias), aumentar a pressão sanguínea e a frequência cardíaca, potencializando as chances de desenvolver hipertensão e ocorrer infartos.

 

Caso o diagnóstico já tenha sido feito, o ideal é ter um acompanhamento profissional de perto para monitorar a pressão sanguínea e ajudar na manutenção de hábitos saudáveis.

A atribuição de um cuidador é justamente essa: aferição de sinais vitais, controle e oferta dos medicamentos receitados nos horários corretos, acompanhamento contínuo na deambulação, alimentação e demais atividades de vida diária.

A Viver Cuidadores conta com profissionais qualificados e plantões de 6, 12, 24 horas ou de acordo com a sua necessidade. Entre em contato para tirar as suas dúvidas! 

Bearded senior man lying on couch and eating pizza. Fast food.

Sedentarismo na terceira idade: entenda as consequências

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o sedentarismo na terceira idade pode aumentar em até 30% o risco de morte. De fato, a prática de atividades físicas traz inúmeros benefícios à saúde.

Entre eles, estão a melhoria no sono, na flexibilidade e no sistema cardiorrespiratório, o fortalecimento muscular e o controle da pressão arterial, favorecendo, ainda, a independência do idoso. É preciso, no entanto, adequar os exercícios para o estilo e grau de intensidade adequados, de acordo com a necessidade e os interesses de cada pessoa. 

Se a falta de atividade física é um grande problema para todas as idades, isso se agrava ainda mais na terceira idade. Associado ao envelhecimento natural da pessoa, o sedentarismo pode causar diversos problemas. 

Continue por aqui e conheça as consequências – nada boas – do sedentarismo na terceira idade.

Sedentarismo na terceira idade e suas consequências

A falta de atividade física na vida dos idosos aumenta o risco de desenvolver doenças, como:

Sobrepeso e diabetes

Uma vida sedentária acaba causando aumento de peso concomitantemente à perda da massa muscular. Com isso, o organismo passa a ter resistência à insulina, que é responsável por retirar o açúcar do sangue. Assim, a pessoa pode desenvolver diabetes, uma doença crônica grave.

Hipertensão

Níveis de pressão sanguínea elevados são uma das principais complicações do sedentarismo, que podem evoluir para derrames e outras consequências extremamente graves.

Doenças cardiovasculares

Sabe-se que atividades físicas reduzem a incidência de doenças cardiovasculares. De fato, o ganho de peso e níveis altos de gordura no sangue – consequências previsíveis do sedentarismo – são todos fatores de risco para doenças cardíacas, como o infarto.

Doenças psicológicas e psiquiátricas

Movimentar-se eleva o nível de endorfina no corpo, hormônio que provoca sensação de bem estar e alegria. Além disso, as atividades físicas ajudam a distrair a mente e a sair do ciclo de pensamentos negativos.

Por isso, o sedentarismo pode afetar diretamente a saúde psicológica e psiquiátrica da pessoa idosa, levando a maior chance de desenvolver problemas como ansiedade e depressão. 

É necessário ficar ciente também de que o sedentarismo aumenta o risco de quedas e fraturas, justamente por causar perda de massa muscular, massa óssea, equilíbrio e agilidade da pessoa, tornando-a mais suscetível a esse tipo de acidente, especialmente se já houver predisposição à osteoporose.

Procure um profissional da educação física ou da fisioterapia que tenha especialidade em idosos, a fim de sair do sedentarismo da maneira mais segura possível.

Nossos profissionais – cuidadores, técnicos e enfermeiros – são qualificados para promover o bem-estar do idoso e estimular a prática das atividades físicas. Conte com a Viver!

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Comprometimento Cognitivo Leve: quando procurar geriatra?

O Comprometimento Cognitivo Leve (CCL) caracteriza-se por perdas progressivas em uma ou mais funções cognitivas. A causa dessa perda discreta de memória (não demencial) pode ser desde estresse ou más noites de sono até estágios iniciais do Alzheimer.

Segundo o Dr. Sergio Ricardo Hototian, psiquiatra no Hospital Sírio-Libanês, a maioria dos pacientes que tem pequenos lapsos na memória não desenvolve o Alzheimer. No entanto, os que têm a doença – em sua maioria – tiveram algum tipo de comprometimento cognitivo prévio.

É possível perceber um progresso para doenças degenerativas quando há um prejuízo significativo na rotina e autonomia do idoso, principalmente quando há uma perda da capacidade de realizar tarefas mais complexas. Um estudo publicado pela Revista Médica da USP identificou que o CCL acomete cerca de 15% a 20% da população de idosos no Brasil.

O idoso passa a ter dificuldades principalmente em atividades que necessitam de mais domínio cognitivo.

Continue por aqui e entenda mais sobre o Comprometimento Cognitivo Leve e quando procurar geriatra.

Comprometimento Cognitivo Leve e o momento de ir ao médico

Mas como saber, afinal, se é o momento de procurar um médico? Para isso, é preciso se atentar a qualquer tipo de esquecimento que se torne frequente, pois pode sugerir a presença do Comprometimento Cognitivo Leve.

Esquecer o fogão ligado, a torneira aberta ou mesmo esquecer-se de algum tema ou atividade que tenha tido domínio a vida inteira já são sinais de que está mais do que na hora de procurar o geriatra. Ao perceber sintomas como esses ou similares, procurar o seu médico para avaliar e acompanhar, tendo, assim, possíveis diagnósticos e intervenções precoces.

Apesar de ainda não existir tratamento ou medicações, algumas intervenções podem auxiliar a não avançar e até mesmo a diminuir os efeitos dessa síndrome. Alguns exemplos são o aprendizado de coisas novas, como um idioma ou instrumentos musicais.

Recomenda-se também a leitura de jornais e revistas ou, caso a pessoa já tenha esse hábito, a leitura de livros mais complexos ou acima do habitual. Tudo isso são ótimos “remédios” contra o Comprometimento Cognitivo Leve.

Em alguns casos de CCL é possível estabilizar ou até reverter o quadro. No Alzheimer, apesar de não ser possível a reversão, consegue-se controlar os sintomas e retardar o agravamento da degeneração cerebral por meio de medicação.

Por isso, é crucial que o diagnóstico do CCL seja feito o quanto antes, para que tenha maiores chances de reversão ou não evolução para uma doença degenerativa, por meio de intervenções e mudanças no estilo de vida.

Os profissionais da Viver são essenciais para incentivar novos hábitos e para estimular que o idoso não pare de fazer aquilo que já tem uma certa dificuldade.

Se você precisa de ajuda para cuidar do seu familiar, entre em contato conosco e entenda qual a sua necessidade.

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Osteoporose: como tratar, sintomas e prevenção

É muito importante saber como prevenir e como tratar a osteoporose. Infelizmente, esta doença provoca o enfraquecimento dos ossos e pode inclusive antecipar a morte.

Alguns fatores de risco são a predisposição genética, o envelhecimento, dietas pobres em cálcio, sedentarismo, abuso de álcool, tabagismo, menopausa, uso abusivo de corticoides, diabetes e disfunções na tireoide. Segundo a Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo, cerca de 10 milhões de brasileiros são acometidos com a osteoporose.

Os sintomas não são facilmente detectáveis e a doença geralmente é diagnosticada já em estado avançado, decorrente de dores crônicas devido a alguma deformação do osso ou fraturas. Por isso a prevenção é tão importante.

Continue a leitura para entender como tratar a osteoporose e saber algumas formas de prevenir.

Sintomas da osteoporose

Como dito acima, os sintomas geralmente não são facilmente detectáveis. Isso porque normalmente a pessoa descobre a doença em uma radiografia após sofrer fraturas. Por isso, é importante ficar atento em caso de fraturas constantes – principalmente se elas acontecerem sem movimentos bruscos ou intensos.

No caso de pessoas com fraturas na coluna vertebral, mesmo sem sintomas, há uma perda de estatura. Caso essa redução seja de mais de 2 cm em um ano, é preciso buscar auxílio médico, pois pode ser um sintoma de osteoporose.

Como tratar a osteoporose

A perda de massa óssea se dá quando as células formadoras dos ossos trabalham mais lentamente do que aquelas que reabsorvem os tecidos ósseos. Quando a osteoporose já está instalada, muito dificilmente apenas ajustar a ingestão de cálcio e vitamina D por meio de dieta será suficiente. Cada caso requer um tipo de tratamento.

O tratamento da osteoporose pode passar por medicamentos orais e injetáveis para diminuir o risco de fratura. Também existem remédios para diminuir a velocidade de reabsorção óssea (retirada de cálcio do osso). Outra maneira bem comum – a depender do caso – é a inclusão de suplementos de vitamina D e cálcio.

Apesar de não ser possível curar completamente a fragilidade óssea, o tratamento é capaz de reverter significativamente a doença. Casos muito graves são realmente difíceis de serem revertidos, mas de maneira geral os tratamentos são bastante efetivos no que diz respeito a minimizar as consequências da osteoporose.

Prevenção

Como sempre, manter hábitos saudáveis é a melhor maneira de prevenir a osteoporose. Manter uma dieta rica em cálcio, se expor ao sol em níveis adequados e exercer uma atividade física regular ajuda – e muito – na prevenção.

Além de melhorar a densidade óssea, o exercício físico ajuda a regular o desempenho muscular, reduzindo o risco de quedas e fraturas. Invista na prática de exercícios aeróbicos e musculação, a fim de estimular as células ósseas.

Claro: há a genética, como dito no início, como um fator de risco. Por isso, pode ser possível que a osteoporose te alcance, mesmo seguindo um estilo de vida saudável. Porém, é possível que a doença chegue bem mais tarde e com menos intensidade.

A Viver existe para ajudar a manter o bem estar e uma rotina saudável para a pessoa idosa. Entre em contato e conheça nossos serviços!

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Qualidade de vida e autoestima do idoso

A terceira idade traz consigo novos sentimentos que podem causar grandes mudanças na autoestima do idoso. Mas é preciso entender que, além de uma mudança de visão sobre a velhice – percebendo-a como uma fase natural da vida -, é necessário buscar ter uma boa qualidade de vida.

Segundo Alexandre Kalache, doutor em saúde pública e especialista em envelhecimento, o envelhecimento humano é ditado por apenas 25% de fatores genéticos. Os outros 75% são relacionados ao estilo de vida.

É imprescindível, portanto, incentivar os idosos ao autocuidado, contando, para isso, com o auxílio de profissionais. A prática de atividades físicas, a manutenção de uma alimentação saudável, a participação em atividades sociais e entre outras práticas ajudam – e muito – a manter uma boa autoestima do idoso.

Continue por aqui e entenda como um idoso bem cuidado envelhece com maior qualidade de vida.

 

Autoestima do idoso bem cuidado

Transtornos de humor, como a depressão, infelizmente são recorrentes entre os idosos. Há inúmeros fatores para o surgimento desses transtornos, sendo essencial investir em medicação e terapia.

Entretanto, há outras opções para ajudar no tratamento, que são também igualmente importantes para prevenir tais transtornos. Entre elas, a prática de exercícios físicos, uma alimentação saudável, boas noites de sono e um bom relacionamento interpessoal trazem muitos benefícios.

A ingestão correta de nutrientes garante uma melhor disposição para as atividades diárias e melhora significativamente a autoestima do idoso. Já a prática de atividade física, dentro da possibilidade de cada pessoa, auxilia:

  • no controle do peso corporal
  • na manutenção da coordenação motora
  • no controle da pressão arterial
  • na prevenção de doenças crônicas
  • na qualidade do sono
  • e na melhora do equilíbrio.

O sono também está atrelado à saúde e autoestima do idoso. Se ele deve ser motivo de atenção durante toda a vida, quanto mais na terceira idade. Noites ruins de sono causam irritabilidade, falta de atenção e problemas de memória.

Vale a pena atentar-se de que, com uma nova patologia na vida do idoso, ele pode encontrar certas dificuldades que antes não tinha; com isso, sua autoestima pode baixar e levar, inclusive, a uma depressão. Para diminuir esse risco, é importante o acompanhamento próximo de familiares e, quando necessário, de profissionais especializados.

Ter um cuidado profissional de perto é de grande valia para ajudar na manutenção de hábitos saudáveis e, consequentemente, promover a autoestima do idoso.

A Viver Cuidadores tem como principais pilares a promoção do bem-estar e a humanização do atendimento às pessoas idosas. Entre em contato e saiba mais.

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Como o sono pode contribuir para a demência

É reconhecido cientificamente que alterações nos padrões de sono costumam estar entre os sintomas de doenças cognitivas. Demência, Alzheimer e outras enfermidades neurodegenerativas costumam apresentar essas características. 

Entre as manifestações mais comuns estão a insônia, o sono durante o dia ou por longos períodos. Acredita-se que falhas no ciclo do sono afetam partes do cérebro – principalmente o hipotálamo e o tronco cerebral, áreas que tendem a desencadear enfermidades, inclusive a demência.

Infelizmente, ela faz o paciente ter perda de memória, dificuldades de raciocínio e déficit intelectual. Apesar de ser um sintoma, acredita-se em uma possível ligação de causa entre sono e demência. 

Continue a leitura e entenda.

 

Sono e demência: possível ligação 

A desconfiança de que desregulações no sono estavam levando pacientes a desenvolver demência motivou um estudo publicado na Nature Communications a compilar informações obtidas durante 25 anos por bancos de dados e artigos publicados pela College London University, na Inglaterra.

O resultado da pesquisa mostra que há razão para a dúvida. O estudo sugere que pessoas entre 50 e 60 anos que não dormem a quantidade de horas recomendadas para a idade têm uma probabilidade maior de desenvolver demência. 

A investigação ordenou dados de cerca de 8 mil pessoas, que forneceram informações sobre os seus padrões de sono. Todas com 50 anos ou mais, de diferentes regiões, hábitos e condições clínicas.

Os resultados obtidos permitem afirmar que havia um risco 30% maior para desenvolver a demência entre aqueles que informaram dormir menos de 6 horas por noite. Entre esses, a doença vinha a se manifestar, em média, 30 anos depois.

Essas informações fizeram os cientistas acreditarem que poucas horas dormidas por volta dos 50 anos podem levar o paciente a desenvolver a demência aos 80. Não há ainda uma explicação que confirme a relação de causa e efeito, mas a notória relação entre os fatos tem incentivado novos estudos sobre o tema.

Contudo, como o artigo citado se trata de um estudo observacional, os cientistas não puderam comprovar a hipótese de que dormir pouco causa demência, mas as evidências são bastante críveis. Também não é possível afirmar que dormir as horas previstas com qualidade afastam as possibilidades de se desenvolver a doença. 

Porém, ainda segundo as observações, entre as pessoas que dormiam por volta de 7 horas, houve menor ocorrência de demência. Enquanto ainda não há uma definição científica sobre o assunto, cabe aos cuidadores de idosos e às suas famílias garantirem condições para que seus entes queridos possam ter boas noites de descanso, de acordo com as suas necessidades e com o que for determinado pelos profissionais de saúde que o acompanham. 

Isso porque dormir bem tem um papel fundamental para a manutenção da saúde e a prevenção de demência no futuro. Os cuidadores de idosos estão aptos a contribuir para que o paciente tenha uma agradável noite de sono, zelando pelo descanso, supervisionando para que ele vá para a cama nos horários adequados e oferecendo o auxílio necessário, inclusive para os pacientes já diagnosticados com demência.

A Viver está pronta para oferecer esses cuidados. Faça contato clicando aqui.

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Como ajudar o familiar com Parkinson

O Parkinson é uma doença degenerativa, crônica e progressiva que ataca o sistema nervoso central. Provoca a morte de células do cérebro que são responsáveis por produzir dopamina, um neurotransmissor que regula os movimentos do corpo.

De forma prática, os principais sintomas motores são a lentidão dos movimentos, a dificuldade de andar, falar e se movimentar corretamente, tremores – muitas vezes não perceptíveis por terceiros -, rigidez dos membros e postura instável.

Já os sintomas não motores do Parkinson afetam a visão, a audição e o olfato, além da razão. Podem ser apresentados problemas cognitivos, demência, perda de memória, alucinações e desordens psicológicas.

É importante que a família tenha um olhar extremamente atento. A qualquer pequeno sinal, ela deve encaminhar o familiar ao médico, pois o diagnóstico e tratamento precoces promovem uma melhor qualidade de vida à pessoa.

O Ministério da Saúde estima que mais de 200 mil brasileiros convivem com a doença; a maioria com mais de 60 anos. As causas ainda não são precisamente conhecidas, mas acredita-se que há fatores genéticos e ambientais envolvidos no surgimento da patologia.

Por ser uma doença crônica, não existe uma cura definitiva, mas um tratamento cujo objetivo é garantir a qualidade de vida pelo maior tempo possível. De remédios a cirurgias, cada solução é feita de forma específica para cada paciente, sendo sempre importante uma avaliação junto a um médico.

 

Parkinson: afinal, como ajudar meu familiar?

O primeiro passo para ajudar o familiar que tem Parkinson é incentivá-lo e encaminhá-lo o quanto antes para o tratamento. Além disso, o apoio sincero e a paciência por parte da família se mostram um grande diferencial no tratamento.

É válido um olhar atento a um possível desenvolvimento de depressão. Segundo o Doutor Erich Fonoff, quadros de depressão e ansiedade são comuns em pacientes com doenças crônicas. Estima-se que a depressão, isoladamente, é a alteração não-motora mais comum na doença de Parkinson, presente em quase 50% dos pacientes.

Você também pode ajudar seu familiar ao oferecer um ambiente seguro. As limitações causadas pela doença exigem que a residência da pessoa acometida com a doença seja adaptada.

Os itens utilizados com mais frequência devem estar sempre acessíveis em todos os cômodos. Pisos antiderrapantes, corrimão ou barras de suporte são recomendáveis.

Outro conselho muito importante é dar tempo para que a pessoa execute suas atividades, sem a apressar. Lembre-se de que os movimentos, antes “automáticos”, agora precisam ser planejados antes. Isso evita muitas irritações e ansiedades.

Ainda nesse sentido, não se ofereça imediatamente para fazer algo pela pessoa. É importante que ela mantenha autonomia e se esforce para fazer o máximo possível sozinha.

Enquanto a pessoa executa, por mais simples que seja a atividade, deixe que se concentre. Isso porque pode ser difícil prestar atenção em uma conversa enquanto está fazendo algo.

Por fim, além dos remédios, estimule a pessoa a fazer atividades físicas e intelectuais. Caso opte por contratar um cuidador, escolha empresas especializadas.

A Viver Cuidadores oferece parcerias que estimulam terapias auxiliares como fisioterapia, fonoaudiologia e suporte psicológico, exercendo um papel importante na melhoria da qualidade de vida e independência do paciente.

Estamos disponíveis para auxiliá-lo da melhor maneira possível! Entre em contato.

Cuidador de idosos em Brasília

Cuidador de idosos em Brasília: onde encontrar

Apesar de não ser difícil encontrar um cuidador de idosos em Brasília, é preciso saber onde encontrar profissionais de confiança. Nos últimos anos, essa foi uma das profissões que mais cresceu no Brasil.

Isso porque houve um aumento na expectativa de vida das pessoas. Pelas projeções do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), a população de idosos chegará a 58,2 milhões em 2060.

Por isso, o cuidador de idosos é um profissional cada vez mais requisitado, pois ele incentiva, instrui e auxilia na rotina e tarefas do dia a dia do paciente. Sabemos, no entanto, que é comum as famílias contratarem pessoas sem qualificação apropriada para esse tipo de serviço.

Você sabe onde encontrar cuidador de idosos – qualificados – em Brasília? Continue por aqui e saiba mais!

 

Onde encontrar cuidador de idosos em Brasília

É comum que os familiares contratem profissionais sem formação específica e – no caso de técnicos de enfermagem – sem  o Coren-DF (Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal)  ativo. No entanto, essa prática não é recomendada. 

Não é qualquer pessoa que se entitula “cuidador” que realmente é: tome cuidado! Para se tornar um, é necessário um curso de capacitação; cuidador de idosos profissional é diferente de pessoas que cuidam dos avós, por exemplo.

Primeiramente, é importante entender quais são as atribuições que o profissional precisa ter. Nesse artigo, explicamos o profissional adequado para cada tipo de necessidade. Segue algumas atribuições específicas:  

  • Cuidados com a higiene do idoso
  • Cuidados com a medicação
  • Cuidados com a alimentação
  • Bem estar do idoso
  • Monitoramento dos sinais vitais

 

Contratar cuidadores de forma particular é um pouco mais trabalhoso, já que é necessário avaliar um a um pela qualificação e confiabilidade no mercado. Você também será responsável por acompanhar como está a qualidade do serviço nos plantões, verificar como está o estado de saúde do paciente e ficar alerta em caso de faltas ou atrasos do profissional particular. Além disso, não há supervisão de uma equipe especializada em saúde.

Ao contratar uma empresa especializada, você não precisa se preocupar com todas essas questões citadas acima. Geralmente as empresas possuem estrutura para realizar todo o processo de contratação e gestão dos profissionais.

Assim, contratar um cuidador de idosos em Brasília pode ser muito mais seguro, rápido e simples por meio de uma empresa especializada, como a Viver Cuidadores

A Viver preza pelo cuidar e servir, e tem como valores a responsabilidade, transparência, ética profissional, desenvolvimento de potenciais e respeito à vida. São todos esses pontos que você deve analisar para contratar um cuidador de idosos em Brasília. 

Evite más experiências: procure no lugar certo um atendimento que respeita, serve com profissionalismo e cuida de quem você tanto ama.

Conheça mais o trabalho da Viver Cuidadores ou entre em contato.

Viver

Como a Viver melhora a rotina de seus pacientes

A Viver, além de um criterioso processo seletivo, realiza treinamentos e reorientações periódicas com aqueles que fazem parte de seu quadro profissional. Seus profissionais estão sempre com um olhar atento ao paciente, auxiliando-o a realizar suas atividades ao longo do dia e a manter uma rotina saudável e de estímulo ao idoso.

Nesse sentido, a Viver melhora a rotina de seus pacientes ao oferecer profissionais que promovem diversas atividades com atendimento humanizado. Ao oferecer parcerias que ajudam e estimulam atividades extras, como neuropsicologia, fisioterapias, terapia ocupacional, serviço de beleza (manicure e cabeleireiros) e outros, estamos cientes de que o cuidado vai muito além do apoio físico, mas está alicerçado em um suporte emocional e psicológico para o momento da vida em que o paciente se encontra.

Em geral, os idosos que moram sozinhos precisam de um acompanhamento profissional mais próximo. Os profissionais da Viver estimulam o cognitivo e o social do paciente, visando assim aumentar a sua qualidade de vida e bem-estar.

Por meio do auxílio, da motivação, do incentivo e do suporte, a nossa proposta é que ele possa lidar da melhor forma possível os desafios dessa etapa da vida.

 

Clientes e pacientes satisfeitos

Cuidar não é apenas auxiliar nas atividades diárias. É também estar por perto, acompanhar de forma profissional, prevenir e identificar pequenos problemas. A Viver reconhece todos esses fatores quando está junto com o paciente. O nosso trabalho é profissional, humanizado e totalmente flexível para atender as necessidades do paciente.

O reconhecimento dos nossos clientes nos dá a certeza que estamos realizando o melhor trabalho possível. Confira o relato de alguns pacientes e clientes nossos:

Viver Cuidadores Viver Cuidadores

Viver Cuidadores

Na Viver, reconhecemos as angústias dos familiares. Há um receio na adaptação de um profissional dentro do convívio diário.

Nesse sentido, é importante salientar que a Viver cadastra apenas profissionais que possuem o curso de cuidador (no caso dos cuidadores) ou que estão com o Coren-DF ativo (no caso dos enfermeiros e técnicos de enfermagem). Além de contar com profissionais experientes no mercado, devidamente avaliados e aprovados em processo seletivo rigoroso.

Estamos à disposição para uma visita ou qualquer esclarecimento adicional. Entre em contato!