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Quedas em idosos: conheça os fatores de risco

As quedas em idosos são um grande problema, principalmente quando resultam em fraturas. Algo aparentemente simples – como tapetes ou chão molhado – pode mudar a vida da pessoa para sempre com um tropeço ou escorregão.

Para os idosos, então, uma fratura pode ser o início de dificuldades mais sérias, como idas constantes ao hospital, lesões ou até mesmo deficiências. O risco de queda – de acordo com a escala de Morse – varia de acordo com seis prerrogativas, com opções de respostas e pontuação relacionada.

É importante, no entanto, que o medo de cair não impeça o idoso de ser ativo; isso pode piorar ainda mais a situação. A boa notícia é que existem maneiras simples de prevenir a maioria das quedas.

Falaremos sobre os principais fatores de risco e, assim, descobriremos algumas formas de prevenção. Vamos lá?

Fatores de risco para quedas em idosos

Muitos fatores estão ligados à queda. Com o avanço da idade, a visão, audição e reflexos do idoso podem não ser mais tão nítidos. Mesmo pequenas mudanças na visão e na audição podem fazer com que ele caia.

Ao comprar novos óculos ou lentes de contato, é importante que se reserve um tempo para se acostumar com eles e, claro, sempre usá-los quando precisar. O mesmo vale para um aparelho auditivo: apesar de ser muito comum a resistência do idoso quanto ao uso, tente certificar-se de que se encaixa bem no ouvido e incentive-o a usar explicando os benefícios.

A fraqueza muscular e problemas de equilíbrio e marcha são também fatores de risco. O exercício físico regular (pilates, hidroginástica, etc.) fortalece os músculos e ajuda a manter as articulações, tendões e ligamentos flexíveis. Atividades leves de sustentação de peso, como caminhar ou subir escadas, podem retardar inclusive a perda óssea da osteoporose.

Alguns medicamentos podem causar tonturas, sonolência ou confusão, afetando possivelmente o equilíbrio. Por isso, informe-se para tomar mais cuidado com possíveis tonturas e já ficar em alerta. Se um medicamento causar um destes sintomas, informe o médico que o acompanha.

Outro fator de risco é a falta de segurança no ambiente doméstico. Por isso, invista em pisos antiderrapantes, além de barras e pontos de apoio na parede (especialmente dentro dos banheiros).

É importante prestar atenção também nos móveis: camas com alturas adequadas dão mais segurança ao idoso para se levantar, por exemplo. Por fim, faça adaptações para que o ambiente fique o mais livre e espaçoso possível, favorecendo a circulação, e troque os degraus por rampas de acesso (com corrimão, sempre).

Dispositivos auxiliares também podem ser de grande ajuda para o idoso se sentir firme ao andar. O uso adequado de bengalas e andadores pode prevenir quedas. Um fisioterapeuta ou terapeuta ocupacional podem ajudá-lo a decidir quais dispositivos seriam úteis e ensiná-lo a usá-los com segurança.

Problemas nos pés que causam dor e calçados não seguros, como sapatos abertos atrás (tipo “flat”) e saltos altos também podem aumentar o risco de queda. O ideal é que o idoso utilize sapatos antiderrapantes, com sola de borracha, de salto baixo ou sapatos com cadarço, sola antiderrapante e que apoie totalmente os pés.

É importante que as solas não sejam muito finas ou muito grossas. Não subir escadas com meias, sapatos ou chinelos com sola lisa também ajuda a evitar as quedas.

Além de tudo o que foi descrito acima, um dos melhores meios de prevenção de quedas em idosos é contar com a supervisão de um cuidador de idosos. Os cuidadores são companhia e prestam auxílio nas atividades de vida diária como alimentação, administração de medicamentos, higiene, locomoção e vestimenta.

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